Secretaria de Educação participa de Aula Inaugural do programa de formação “Saberes Indígenas na Escola”
A prefeitura de Aracruz, por meio do Setor de Educação Escolar Indígena da Secretaria de Educação (Semed), e em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), deu início na tarde desta segunda-feira (22), ao novo módulo do programa de formação “Saberes Indígenas na Escola”. A aula inaugural teve como tema as “Práticas Pedagógicas na Perspectiva dos Saberes Tradicionais” e é destinada a todos os 50 professores indígenas do município.
A aula também teve a participação dos anciãos Lauro Martins, liderança indígena Tupinikim de Caieiras Velha, do Cacique Jonas da aldeia Areal, Joane Carvalho da aldeia Boa Esperança, além do Dr. Paulo de Tássio da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), do professor indígena Jucelino de Silveira Quiezza e da Coordenadora do setor de educação escolar indígena e professora Andrea Cristina.
Trata-se de uma formação permanente, instituída pela Portaria Nº 1.061, de 30 de outubro de 2013 do MEC, que responde à demanda de acompanhamento e avaliação da implementação da educação escolar entre os povos indígenas, entre eles, os Tupinikim e Guarani no Espírito Santo, qualificando a prática educativa das escolas indígenas por meio de materiais adequados às suas diferentes exigências.
Neste sentido, a implementação dessa rede vem para articular as escolas indígenas e as instituições parceiras, buscando dar sustentação à realização de experimentações e iniciativas que possam efetivamente conduzir a um avanço na produção de materiais escritos em diferentes formatos e suportes, nas práticas de conhecimento e de produção da escrita e da leitura em diferentes contextos e formatos, em língua indígena e em português, segundo os desejos e projetos de cada povo indígena e de cada comunidade.
Ela vem com o objetivo de promover a formação continuada de professores na educação escolar indígena e básica; fornecer recursos didáticos e pedagógicos, segundo organização comunitária, multilinguismo e interculturalidade de cada povo indígena; oferecer subsídios à elaboração de currículos, metodologias e avaliação, conforme processos de letramento, numeramento e conhecimentos dos povos indígenas; fomentar pesquisas para elaboração de materiais didáticos e paradidáticos específicos e em diferentes linguagens.
Essas atividades de formação continuada de professores Tupinikim e Guarani acontecem através de videoconferências, grupos de estudo, atividade de campo, reuniões de apresentação da proposta de trabalho com os professores indígenas e com as comunidades por meio das reuniões periódicas da equipe.
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